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Ourofino Agrociência - Certificações garantem a segurança e a inovação

Para mais assertividade das soluções e dos processos, indústria de defensivos agrícolas mantém autenticações alinhadas ao MAPA e à ISO.

Valorizar a agricultura brasileira é um compromisso da Ourofino Agrociência. Focada nesse objetivo, a companhia de defensivos agrícolas baseia-se em três pilares principais: inovação, construção de valor e crescimento junto à comunidade agrícola.

“Com pouco mais de 10 anos de atuação, estabelecemos nosso modelo de negócio focado no entendimento das necessidades do campo e na construção de relações com os nossos clientes. As dificuldades e cenários dos últimos anos, em conjunto com as ações estratégicas implementadas, demonstraram a importância de estabelecer laços duradouros de confiança junto aos principais atores de nossa cadeia”, diz Marcelo Abdo, CEO da Ourofino Agrociência.

Abdo ainda ressalta que a contínua evolução dos processos, a gestão focada em excelência e o amplo investimento em pesquisas colocam a Ourofino Agrociência, cada vez mais, como referência no mercado e nivela sua competitividade com grandes players do setor.

Para isso, a indústria trabalha para garantir que seus produtos atendam às expectativas e necessidades dos clientes, com diferenciais competitivos e elevados níveis de segurança.

Janaína Costa, coordenadora de Qualidade da Ourofino Agrociência, destaca que as etapas de segurança e qualidade da empresa garantem certificações fundamentais para o reconhecimento do trabalho em solos nacional e estrangeiro. Hoje, a companhia soma as certificações ISO 9001:2015; ISO 14001:2014; e ISO 45001:2018.

A ISO 9001, que abrange tanto a fábrica como a sede administrativa, demonstra que a Ourofino se preocupa com a qualidade dos processos e, consequentemente, com a padronização dos processos e dos serviços. “É um meio de assegurar a confiabilidade das práticas industriais, que estão em conformidade com as exigências dos clientes e do mercado”, reforça Janaína.

Já a ISO 14001 define requisitos para operar com base na política ambiental, na gestão de aspectos e impactos ambientais e nos requisitos legais. A certificação ISO 45001, para o Sistema de Gestão em Segurança e Saúde Ocupacional, tem como objetivo garantir um trabalho seguro e saudável para todos, gerenciar perigos e riscos provenientes do ambiente de trabalho. Auxilia a empresa a manter o comprometimento com a saúde dos funcionários e faz com que sejam cumpridos os requisitos legais e regulatórios. De maneira geral, essas certificações ajudam a reduzir riscos, diminuindo ocorrências no ambiente corporativo, e custos operacionais.

Certificação OEA

No fim do último ano, a Ourofino Agrociência angariou mais uma importante certificação para suas atividades: a OEA (Operador Econômico Autorizado) – Conformidade Nível 2, emitida pela Receita Federal do Brasil, que concede diversos benefícios para a importação e exportação de insumos para as formulações de produtos.

A certidão estabelece critérios de conformidade em relação às obrigações tributárias e aduaneiras, facilita o comércio internacional, o transporte dos insumos e oferece agilidade e previsibilidade das cargas nos fluxos estrangeiros.

Além disso, garante prioridade na análise, parametrização imediata das declarações de importação, reduz o percentual de seleção para canal de conferência e beneficia o despacho sobre águas e ar, com possibilidade de liberação imediata no momento em que a carga chega ao porto e redução do prazo de desembaraço aduaneiro de nove para apenas cinco dias.

De acordo com a diretora de Procurement da indústria, Bárbara Mendes, um dos principais fatores que estimulou a solicitação da certificação foram as vantagens de segurança logística e a mitigação de riscos: “É importante destacarmos para os nossos parceiros e clientes a segurança que temos na cadeia de importação e isso reforça o compromisso da Ourofino Agrociência com a qualidade”, explica.

Estação Experimental

A Estação Experimental da Ourofino Agrociência, localizada em Guatapará (SP), abriga o departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), responsável por trazer soluções inovadoras para o portfólio de produtos e serviços da indústria agroquímica.

No início das operações, em 2012, a Estação Experi­mental obteve junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a permissão para conduzir os ensaios de pesquisa com defensivos agrícolas como recomenda a Instrução Normativa Nº 36, de 24/11/09, e a Instrução Normativa Nº 42, de 06/12/2011.

Com o credenciamento, a aptidão da Ourofino foi reconhecida para emitir laudos de praticabilidade agronômica e fitotoxicidade, além de permitir comprovações de eficiência do produto e, assim, obter agilidade nos resultados e para o registro dos defensivos.

“Os estudos e descobertas que protocolamos junto ao Ministério são desenvolvidos na Estação Experimental, em segmentos como fitopatologia, entomologia, herbologia, biológicos, adjuvantes, maturadores e fertilizantes. É onde são realizados os testes em campo e em uma estufa climatizada que simula as condições ideais para culturas diversas, considerando as diferenças da geografia brasileira: temperatura, luminosidade e umidade”, comenta Gilberto Velho, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Ourofino Agrociência.

A estação conta ainda com a certificação de Boas Práticas Laboratoriais (BPLs) emitida e renovada a cada dois anos pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), órgão brasileiro responsável pela avaliação da conformidade e melhoria da qualidade de produtos e serviços. Essa conquista abrange também as unidades de testes em Bandeirantes (PR), Cambé (PR) e Rio Verde (GO).

Gilberto afirma que tais condutas garantem os principais objetivos da empresa que é reimaginar a agricultura brasileira por meio de centros de pesquisas, estações experimentais e laboratórios que possuem tecnologia de ponta.

 

Marcelo Abdo, CEO da Ourofino Agrociência