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ACONTECE NA ABIFINA

Entidades apresentam ao governo documento para fortalecer indústria de IFAs e medicamentos (16/06/2020)

 

A ABIFINA participou de reunião, no dia 3 de junho, com o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec) do Ministério da Economia, Carlos Da Costa, para apresentar um documento sobre o fortalecimento da indústria brasileira de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) e de medicamentos.

A proposta foi construída juntamente com outras entidades representativas do setor com o objetivo de definir e implantar um programa de adensamento da cadeia produtiva brasileira de fármacos e medicamentos. O presidente-executivo Antônio Bezerra representou a ABIFINA na reunião. 

Seguindo a rodada de apresentação do documento ao governo, no mesmo dia a ABIFINA esteve em outra reunião, desta vez com o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes. Nesta ocasião, participaram o presidente do Conselho Administrativo da entidade, Sérgio Frangioni, e Bezerra.

A apresentação, que foi elogiada pelo ministro, deixou claro que o fator crítico no sucesso de um medicamento é o IFA e mostrou que a Europa, por manter um importante parque industrial desses insumos, não foi tão afetada pela pandemia de Covid-19. Situação diferente da enfrentada pelos Estados Unidos, que dependem hoje de mais de 70% das importações da China e da Índia.  

Outro ponto relevante tratado na reunião foi o apoio do Ministério na liberação de recursos para o desenvolvimento da área farmacêutica e farmoquímica, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). 

No dia 16 de junho, a reunião para apresentar a proposta foi com o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Igor Calvet, que destacou a importância de se desenvolver discussões via Congresso Nacional, através de proposta de Projetos de Lei, a fim de fortalecer o eixo sobre o domínio da produção de IFAs e medicamentos como estratégia nacional de defesa para o setor produtivo da cadeia farmacêutica.

 

O documento também foi encaminhado para o Ministério da Defesa, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).