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Política agrícola é decisiva para mercado produtivo 

A formulação de uma política agrícola pelo governo, apoiada pelos segmentos do agronegócio, é decisiva para a formação, solidez e expansão do mercado produtivo. Contribuem, para o desenvolvimento desse setor, o seguro rural, que contou com investimentos de R$ 160 milhões em 2008, o fundo de catástrofe, instrumento de resseguro suplementar para casos de adversidades climáticas e a reestruturação da dívida rural, que abrange R$ 75 bilhões e tem potencial para atender 2,8 milhões de contratos.

Nesta safra, o Plano Agrícola e Pecuário 2008/2009 destinou R$ 65 bilhões para financiamentos da agricultura empresarial, o que representa 217% a mais que o ofertado no período 2002/2003. Destes, R$ 45,4 bilhões são a juros controlados, ou seja, com encargo financeiro de 6,75% ao ano. Nesta edição, uma novidade: o plano destina R$ 1 bilhão ao Programa de Estimulo à Produção Agropecuária Sustentável (Produsa), como linha de crédito para a recuperação de áreas degradadas.

Com o objetivo de garantir aos produtores safra positiva em 2009, a partir de preços compatíveis com os custos de produção, estão destinados R$ 3,8 bilhões para políticas de apoio à comercialização, sendo R$ 2,3 bilhões para aquisição de produtos e R$ 1,5 bilhão para equalização de preços. Com isso, são realizados leilões de compra e de venda que contribuem para o aumento da renda e que funcionam para suprir o abastecimento com estoques públicos, quando necessário, o que ameniza eventuais altas de preços dos alimentos.

Entre as metas do Plano Agrícola e Pecuário, até junho de 2009, estão a ampliação da produção agrícola, redução do impacto do aumento do custo para o produtor, garantia do abastecimento interno e aumento da participação no mercado externo.

Fonte: ANDEF - Associação Nacional de Defesa Vegetal





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